Rachel Sisson

Rachel Sisson

Local de nascimento Rio de Janeiro, Brasil
Nasc. / falec. 1928 - 2023
Escola e ano de formação Universidade do Brasil ,  1954

Biografia

Rachel Esther Figner Sisson nasceu no Rio de Janeiro em 8 de outubro de 1928. As informações sobre sua formação relatam uma ligação entre Artes Visuais e Arquitetura. Inicialmente, estudou xilogravura, ilustração e se formou nos Estados Unidos entre 1946 e 1949, obtendo menção honrosa no diploma da Associate in Arts na University of California, Berkeley. Ao retornar ao Brasil, inscreveu-se no Curso de Arquitetura da Faculdade Nacional de Arquitetura em 1950, então vinculada à Universidade do Brasil, e diplomou-se arquiteta em 1954.

A produção intelectual que conferiu destaque a Rachel se inicia ainda em 1949, com o artigo “Roberto Burle Marx – alguns comentários”, publicado na Revista Municipal de Engenharia. Em 1952, escreveu para revista Habitat, n. 8, publicação dirigida por Lina Bo Bardi. Durante a década de 1950, Sisson também aparece assinando como Rachel E. Prochnik em Casa e Jardim, com textos como: “Eis um sonho realizado!”; “Conforto e simplicidade”; “Elementos vazados”; “Os jardins de Roberto Burle Marx”; “Cercas para jardim” e “Produção em massa de casas individuais”. Sua produção intelectual a insere no debate moderno sobre domesticidade, conforto, jardim, pré-fabricação e difusão técnica.

A partir do fim dos anos 1960 e início dos anos 1970, a trajetória de Rachel Sisson se expande para o cinema documental em filmes que articulam arquitetura, paisagem, patrimônio, história urbana, arte e cultura brasileira. Entre 1969 e 1974, sua filmografia registra nove curtas, incluindo: Roberto Burle Marx; Glória do Outeiro; Festa da Penha; A Paixão Segundo o Aleijadinho; Poluição; Debret: Aquarelas do Rio; Conventos Franciscanos I: Santo Antônio, João Pessoa; A Idade do Ouro; e Fazenda de Café – Memórias. Parte desses filmes aparece com codireção com Renato Neumann, mas muitos casos, Rachel é indicada como diretora exclusiva ou como responsável por pesquisa, roteiro e texto. Nesse período, também aparece ligada ao campo da cenografia, quando publicou o livro Cenografia e vida em Fogo Morto, de 1977.

No campo institucional da preservação, é vinculada ao Instituto Estadual do Patrimônio Cultural do Rio de Janeiro— INEPAC, sendo a primeira diretora da Divisão de Patrimônio Histórico e Artístico entre 1976 e 1979. Após esse período, publicou o livro Patrimônio histórico: uma experiência no Rio de Janeiro: o inventário dos bens imóveis de interesse histórico e artístico: objetivos, métodos e resultados, em 1982. No ano seguinte, publicou o artigo “Os três centros do Rio” na Revista Municipal de Engenharia e foi eleita membro do Instituto Histórico e Geográfico do Rio de Janeiro – IHGRJ. Em 1984, publicou “Devotional architecture and shoreline landscape in Rio de Janeiro” nos Anais Hidrográficos. O texto se articula ao interesse de Rachel pela arquitetura devocional, pela paisagem litorânea e pela relação entre cidade, religião e território. Em 1986, publicou “Marcos históricos e configurações espaciais: um estudo de caso — os centros do Rio de Janeiro”, na Arquitetura Revista. Ainda na década de 1980, integrou a diretoria do IHGRJ em diferentes momentos e atuou como tesoureira do instituto entre 1994 e 1995.

Em 1990, publicou “Escolas públicas do primeiro grau: inventário, tipologia e história”, na Arquitetura Revista. Estudos posteriores indicam que os inventários de Rachel Sisson serviram de base para processos de reconhecimento e preservação de escolas públicas do estado do Rio de Janeiro. Durante essa década, teve papel destacado na Revista Municipal de Engenharia, onde passou de redatora-chefe a editora-chefe a partir de 1994, permanecendo nessa função até 1999, quando o último número foi lançado. Em 1995, Rachel publicou “Rio de Janeiro, 1875–1945: The Shaping of a New Urban Order”, no The Journal of Decorative and Propaganda Arts.

Pelo Instituto Histórico de Petrópolis, publicou “O Rio de Janeiro de D. João VI como etapa na formação da cidade contemporânea”. E em 2008, publicou Espaço e poder: os três centros do Rio de Janeiro e a chegada da Corte Portuguesa, pela editora Arco, no Rio de Janeiro.

Rachel Sisson recebeu reconhecimento institucional ainda em vida, no evento Arquivo em Cartaz, de 2021, quando o Arquivo Nacional a homenageou ao lado de Mário Carneiro em edição dedicada às relações entre arquitetura e cinema. Após sua morte, em 8 de outubro de 2023, o CAU/RJ e o IAB-RJ publicaram notas de pesar reconhecendo-a como arquiteta e urbanista.

Produção destacada

Livro

Espaço e poder: os três centros do Rio de Janeiro e a chegada da Corte Portuguesa

Livro de síntese sobre centralidades urbanas, poder e chegada da Corte Portuguesa, desenvolvendo linha de investigação já presente em Os três centros do Rio e nos estudos posteriores sobre marcos históricos e configuração espacial.

Rio de Janeiro - RJ

Os três centros do Rio – 1983

Produto de leitura histórica e espacial da centralidade carioca, articulando poder, forma urbana, história institucional e configuração dos espaços centrais, o estudo analisa Largo do Paço/Praça XV, Campo de Santana/Praça da República e Praça Floriano/Cinelândia como centros representativos do poder em sucessivos períodos político-administrativos. Publicado na Revista Municipal de Engenharia.

Documentário

Roberto Burle Marx – 1969

Documentário de 17 minutos, em codireção com Renato Neumann. Pesquisa, roteiro e texto de Rachel Sisson e direção de Rachel Sisson e Renato Neumann. O filme documenta a formação de Burle Marx, jardins públicos e privados, sua produção artística e obras no Brasil e no exterior.

Documentário

Glória do Outeiro – 1969

Documentário de 8 minutos, em codireção com Renato Neumann. Produto audiovisual dedicado aos aspectos artísticos, históricos, sociais e urbanísticos da Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro e de sua festa anual.

Documentário

Festa da Penha – 1970

Documentário de 8 minutos, em codireção com Renato Neumann. Produto audiovisual sobre a festa de Nossa Senhora da Penha, articulando devoção, escadaria, procissão, comércio religioso, lazer popular, piquenique, jogo e roda de samba no espaço do santuário e de seu entorno.

Documentário

Poluição – 1971

Documentário de 9 minutos, em codireção com Renato Neumann e vinculado ao Instituto Nacional do Cinema. O produto articula problemática ambiental, infraestrutura urbana, poluição atmosférica e hídrica e serviços de controle.

Documentário

Debret: Aquarelas do Rio – 1972

Documentário de 11 minutos, de direção exclusiva de Rachel Sisson. Produto audiovisual sobre a viagem de Debret ao Brasil como membro da Missão Francesa e sobre as aquarelas produzidas no Rio de Janeiro.

Documentário

Fazenda de Café: Memórias – 1974

Documentário de 10 minutos, de direção exclusiva de Rachel Sisson. Produto audiovisual que articula memória oral, cultura cafeeira, arquitetura rural e paisagem histórica do Vale do Paraíba fluminense.

Saiba mais

ARQUIVO GERAL DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. Revista Municipal de Engenharia. Rio de Janeiro: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. Disponível em: https://www.rio.rj.gov.br/web/arquivogeral/revista-municipal-de-engenharia4.

ARQUIVO NACIONAL. Arquivo em Cartaz 2021: mostra homenagem. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2021. Disponível em: https://www.gov.br/arquivonacional/pt-br/sites_eventos/arquivo-em-cartaz/arquivo-em-cartaz-2021-1/mostra-homenagem-1/mostra-homenagem.

ARQUIVO NACIONAL. Arquivo em Cartaz: arquitetura: cenário, imaginação e personagem do cinema. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2021. Disponível em: https://www.gov.br/arquivonacional/pt-br/servicos/publicacoes/revista_arquivo_em_cartaz_2021_arquitetura.pdf.

BIBLIOTECA NACIONAL. Hemeroteca Digital Brasileira: Revista Municipal de Engenharia. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=142832.

DOCUMENTÁRIO BRASILEIRO. Catálogo Documentário Brasileiro: Rachel Esther Figner Sisson. Niterói; Juiz de Fora: UFF; UFJF; CNPq.

HOLLANDA, Heloisa Buarque de (org.). Quase catálogo 1: realizadoras de cinema no Brasil (1930–1988). Rio de Janeiro: CEIC; MIS; FUNARJ; Taurus-Timbre, 1989.

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO RIO DE JANEIRO. Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: IHGRJ, ano 31, n. 31, 2024. Disponível em: https://www.ihgrj.org.br/revistas/Revista_numero%2031.pdf.

MACHADO, Paula Merlino. Casa e Jardim: a revista e a divulgação do ideário moderno na década de 1950. 2007. Dissertação (Mestrado em Arquitetura) — Programa de Pós-Graduação em Arquitetura, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2007. Disponível em: http://objdig.ufrj.br/21/teses/683571.pdf.

NASCIMENTO, Flávia Brito do. O Corredor Cultural e os processos históricos da preservação do Centro do Rio de Janeiro, 1970–1989. Cadernos PROARQ, Rio de Janeiro, n. 36, 2021. Disponível em: https://cadernos.proarq.fau.ufrj.br/public/docs/Proarq36_09_Corredor%20Cultural_Junho2021.pdf.

OGAWA, William L. A.; CAIXETA, Eline Maria Moura Pereira. Sergio Rodrigues e o sistema SR2: a pré-fabricação a partir do cotidiano. Paranoá, Brasília, v. 17, e44802, 2024. DOI: 10.18830/1679-09442024v17e44802. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/paranoa/article/view/44802

OLIVEIRA, Lucia Lippi; FREIRE, Américo (org.). Novas memórias do urbanismo carioca. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2008.

PEREIRA, Margareth da Silva. Rachel Sisson: pequena homenagem aos que nos fazem pensar. Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, ano 30, n. 30, p. 201–210, 2023. Disponível em: https://ihgrj.org.br/revistas/Revista%20IHGRJ%20n30%20digital.pdf.

POLIZZO, Ana Paula. A estética moderna da paisagem: a poética de Roberto Burle Marx. 2010. Dissertação (Mestrado em História Social da Cultura) — Departamento de História, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2010. Disponível em: https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/17068/17068_1.PDF.

PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. Projeto Vazios Urbanos. Rio de Janeiro: Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, 2014. Disponível em: https://www.rio.rj.gov.br/dlstatic/10112/5333332/4139324/24VaziosUrbanosIRPH082014.pdf.

PROCHNIK, Marta. Espaço, tempo e imagem na obra de Rachel Sisson. Revista Arquivo em Cartaz, Rio de Janeiro, p. 17–21, nov. 2021.

PROCHNIK, Rachel E. Cercas para jardim. Casa e Jardim, São Paulo; Rio de Janeiro, n. 34, abr. 1957.

PROCHNIK, Rachel E. Conforto e simplicidade. Casa e Jardim, São Paulo; Rio de Janeiro, n. 10, set./out. 1954.

PROCHNIK, Rachel E. Eis um sonho realizado! Casa e Jardim, São Paulo; Rio de Janeiro, n. 9, jul./ago. 1954.

PROCHNIK, Rachel E. Elementos vazados. Casa e Jardim, São Paulo; Rio de Janeiro, n. 10, set./out. 1954.

PROCHNIK, Rachel E. Os jardins de Roberto Burle Marx. Casa e Jardim, São Paulo; Rio de Janeiro, n. 13, mar./abr. 1955.

PROCHNIK, Rachel E. Produção em massa de casas individuais. Casa e Jardim, São Paulo, ano 8, n. 68, p. 26–33, set. 1960.

SIRINO, Salete Paulina Machado; SILVA, Acir Dias da. Uma visita à direção de arte no cinema brasileiro. O Mosaico/Sensorium, Curitiba, 2020. Disponível em: https://periodicos.unespar.edu.br/sensorium/article/view/3562.

SISSON, Rachel. Arquitetura devocional e paisagem litorânea no Rio de Janeiro colonial. Rio de Janeiro, 1986. Inédito, revisto e digitalizado com o título Arquitetura devocional e paisagem litorânea no Rio de Janeiro luso-brasileiro. Arquivo Família Prochnik.

SISSON, Rachel. Arquitetura e urbanismo: semiologia e história. O Estado do Paraná, Curitiba, fev. 1982.

SISSON, Rachel. Cenografia e vida em Fogo Morto. Rio de Janeiro: Artenova, 1977.

SISSON, Rachel. Curriculum vitae. Rio de Janeiro, [ca. 2002]. 35 p. Arquivo Família Prochnik.

SISSON, Rachel. Debret: aquarelas do Rio. Rio de Janeiro, 1972. Documentário, 11 min.

SISSON, Rachel. Devotional architecture and shoreline landscape in Rio de Janeiro. Anais Hidrográficos, Rio de Janeiro, tomo XLI, p. 677–691, 1984.

SISSON, Rachel. Entrevista Rachel Sisson, em 13 jul. 2006. In: MACHADO, Paula Merlino. Casa e Jardim: a revista e a divulgação do ideário moderno na década de 1950. 2007. Dissertação (Mestrado em Arquitetura) — Programa de Pós-Graduação em Arquitetura, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2007. Anexo VII. Disponível em: http://objdig.ufrj.br/21/teses/683571.pdf.

SISSON, Rachel. Espaço e história: uma reflexão sobre o Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 1989. Inédito. Arquivo Família Prochnik.

SISSON, Rachel. Espaço e poder: os três centros do Rio de Janeiro e a chegada da Corte Portuguesa. Rio de Janeiro: Arco, 2008. 144 p. ISBN 9788560037025. Disponível em: https://memoriadaeletricidade.com.br/acervo/15928/espaco-e-poder-os-tres-centros-do-rio-de-janeiro-e-a-chegada-da-corte-portuguesa.

SISSON, Rachel. Escolas públicas do primeiro grau: inventário, tipologia e história. Arquitetura Revista, Rio de Janeiro, v. 8, p. 63–78, 1990.

SISSON, Rachel. Fazenda de Café: memórias. Rio de Janeiro, 1974. Documentário, 10 min.

SISSON, Rachel. O Cristo Redentor do Rio de Janeiro: espaço e história. Rio de Janeiro, 2010. Inédito. Arquivo Família Prochnik.

SISSON, Rachel. Os três centros do Rio. Revista Municipal de Engenharia, Rio de Janeiro, v. XXXIX, n. 4, p. 55–71, out./dez. 1983.

SISSON, Rachel. Patrimônio histórico: uma experiência no Rio de Janeiro: o inventário de bens imóveis de interesse histórico e artístico: objetivos, métodos e resultados. Rio de Janeiro: Lidador, 1982. 78 p. Disponível em: https://books.google.com.br/books/about/Patrim%C3%B4nio_hist%C3%B3rico_uma_experi%C3%AAncia.html?id=sNRcAAAAMAAJ.

SISSON, Rachel Esther Figner. A idade do ouro. Rio de Janeiro: Departamento do Filme Educativo; Instituto Nacional do Cinema, 1974. Documentário, 18 min.

SISSON, Rachel Esther Figner. Rio de Janeiro, 1875–1945: the shaping of a new urban order. The Journal of Decorative and Propaganda Arts, Miami, n. 21, p. 147–167, 1995.

SISSON, Rachel Esther Figner. O Rio de Janeiro de D. João VI como etapa na formação da cidade contemporânea. Petrópolis: Instituto Histórico de Petrópolis, 2000. Disponível em: https://ihp.org.br/o-rio-de-janeiro-de-d-joao-vi-como-etapa-na-formacao-da-cidade-contemporanea/.

SISSON, Rachel; NEUMANN, Renato. A paixão segundo o Aleijadinho. Rio de Janeiro: Renato Neumann Produções Cinematográficas, 1971. Documentário, 8 min.

SISSON, Rachel; NEUMANN, Renato. Conventos Franciscanos I: Santo Antônio, João Pessoa. Rio de Janeiro, 1973. Documentário, 8 min.

SISSON, Rachel; NEUMANN, Renato. Festa da Penha. Rio de Janeiro, 1970. Documentário, 8 min.

SISSON, Rachel; NEUMANN, Renato. Glória do Outeiro. Rio de Janeiro, 1969. Documentário, 8 min.

SISSON, Rachel; NEUMANN, Renato. Poluição. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Cinema, 1971. Documentário, 9 min.

SISSON, Rachel; NEUMANN, Renato. Roberto Burle Marx. Rio de Janeiro, 1969. Documentário, 17 min.

URBANDATA-BRASIL. Os três centros do Rio. São Paulo: FFLCH-USP. Disponível em: http://urbandatabrasil.fflch.usp.br/producoes-em-periodicos-cientificos/os-tres-centros-do-rio.

URBANDATA-BRASIL. Patrimônio histórico: uma experiência no Rio de Janeiro: o inventário dos bens imóveis de interesse histórico e artístico. São Paulo: FFLCH-USP. Disponível em: https://urbandatabrasil.fflch.usp.br/livros/patrimonio-historico-uma-experiencia-no-rio-de-janeiro-o-inventario-dos-bens-imoveis.


Imagens

Foto 45 – Rachel Esther Figner Sisson – fonte: 16º Seminário Docomomo Brasil – Porto Alegre, dezembro de 2025 – O Futuro do Passado, Arquitetura Moderna Viva e Urbana – Trabalho das Arquitetas: Pilar Tejero Baeza & Ligia Maria Mello Dias, intitulado: O que podem os documentos privados? – O arquivo de Rachel Sisson; Figura 7

Foto 45.1 – Capa do livro; Espaço e Poder – Os Três Centros do Rio de Janeiro – editora: Arco, lançamento 2008, ISABN-10: 8560037020 e ISBN-13: 978-8560037025;

ATENDIMENTO

CAU/RJ

ESCRITÓRIO

CAU/RJ

SEDE DO CAU/RJ

MAIS INFORMAÇÕES

CENTRAL DE ATENDIMENTO

CAU/BR